segunda-feira, junho 23, 2008

domingo, junho 08, 2008

domingo, março 23, 2008

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

flyer show 8 de março
NATHY Mc ( RAJAS) Flora Matos e Neto

sábado, janeiro 26, 2008

MASHIRO BOX


meus amigos da banda Mashiro box pediam uma foto pra colocar no my space deles, la tem fotos de varias pessoas em varias partes do mundo e ,do brasil eu e pedro .

quarta-feira, janeiro 23, 2008

terça-feira, dezembro 18, 2007

sábado, dezembro 01, 2007

VISITE TAMBEM

www.lost.art.br/124.htm

fotos do Projeto Identidade de Rua

E ISSO MEMO

sexta-feira, agosto 18, 2006

sábado, agosto 12, 2006

Moveis para Desabrigados




Móveis para desabrigados numa feira de decoração? Quase não dá para acreditar. Mas causar estranheza e chamar a atenção para o problema social é justamente a proposta dos profissionais que exibem suas criações na mostra Mobiliário Temporário para Desabrigados – Design Possível, que acontece paralelamente à 9ª Craft Design – de 16 a 19 de agosto, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo.São bancos, cadeiras, mesas, camas, sofás e berços feitos para atender às necessidades mais urgentes de vítimas de catástrofes. A matéria-prima é o papelão, barato e leve para facilitar o transporte, mas trabalhado de forma a agüentar adultos de até 80 quilos. O projeto, que já foi apresentado na Feira de Móveis de Milão, na Itália, é dos alunos de desenho industrial do Mackenzie com a participação de profissionais em atuação no mercado, como Caio Esteves, da Ornare, e Andréas Warkentin e Mateus Martins, da Tok Stok. Confira. -->

quarta-feira, agosto 09, 2006

O sexo da Mulher


TRECHO DO LIVRO

"A curta vida humana já é plena de dores e de pesares. Será que os "reformadores" anticlitoridianos ou antivaginais não poderiam deixar as mulheres gozar em paz com suas zonas erógenas? Deveríamos é estar gratos ao clitóris por apimentar de maneira tão agradável as relações eróticas. A saciação proporcionada pela copulação pênis-vagina é, no fim das contas, um tanto simplista, um tanto aborrecida por sua monotonia mecânica. Em razão da necessidade de sua excitação, em razão da possibilidade de prazer suplementar que ele oferece, o clitóris impede que a união dos sexos naufrage na rotina, para o maior benefício dos dois parceiros. Ele permite ao homem exercer toda a sua engenhosidade erótica, seus pequenos talentos de primata curioso e jeitoso.
Será que conseguimos convencer os partidários retardados da excisão, criminosa ou psíquica? Desejamos que o clitóris, pequenino mas tão importante, uma vez colocado no lugar que merece, pelo menos como gracioso ornamento natural, só inspire ao companheiro da mulher sentimentos altruístas.... e a vagina ficar-lhe-á muito agradecida."

sexta-feira, agosto 04, 2006

quinta-feira, julho 27, 2006

sexta-feira, julho 21, 2006

FERIAS!!!!!!!

1981

Empacotando a Fortes Villaça

Fachada da Galeria Fortes Villaça , em SP, onde einicia semana que vem primeira expo individual de Os Gemeos , no Brasil.

quarta-feira, julho 19, 2006

sábado, julho 15, 2006

quarta-feira, julho 12, 2006

www.brainstorm9.com.br

Certamente você já deve ter lido ou ouvido falar algo sobre Long Tail (Cauda Longa). A idéia não é novidade, mas cada vez mais parece fazer sentido no atual cenário em que vivemos. E nós somos tão responsáveis por isso, que é impossível não ficar fascinado pelo assunto.

Termo cunhado por Chris Anderson, editor da Wired e ex-Economist, em 2002, Long Tail explica o poder dos nichos frente aos grandalhões da indústria e promete selar o fim da era dos blockbusters. Agora, são as pessoas que determinam o que merece sucesso. O nome "cauda longa" é devido do formato do gráfico gerado: os grandes ocupam o topo, mas um pequeno espaço, enquanto os nichos são pequenos e infinitos.

As grandes corporações - gravadoras, produtoras, estúdios, emissoras, varejistas - sempre dependeram amplamente de grandes sucessos para sobreviver. É o que Anderson chama de "tirania do topo", a qual nós mesmos fomos condicionados.

Utilizamos a parada de sucessos, os números de bilheteria, da mesma maneira como acompanhamos uma tabela do campeonato de futebol - para separar os grandes vencedores dos perdedores óbvios. É assim que sempre funcionou a nossa e a visão do mercado: senão for um hit, foi um erro.

Acontece que a internet transformou esse modelo econômico em algo que não funciona mais. Os números estão aí para provar: queda nas vendas de discos, queda nas bilheterias, audiência da TV que caiu ao seu nível mais baixo da história.

Na última segunda-feira, Anderson lançou seu livro totalmente dedicado ao tema, "The Long Tail: Why The Future of of Business Is Selling Less Of More", e ele usa exemplos claros e que todos nós testemunhamos nos últimos anos, ou melhor, estamos presenciando todos os dias.

Nunca uma geração teve tanto poder de escolha como nós temos hoje. Um número ilimitado de artistas, bandas, filmes, produções, fontes de informação e etc, que através do boca-a-boca virtual, redes sociais e indicações baseadas em similaridade, ganham notoriedade do dia pra noite.

Se antes existia um denominador comum, se todos precisavam ver e ouvir a mesma coisa, se éramos condicionados ao pop fabricado e aos blockbusters de verão, hoje temos acesso a tudo ao mesmo tempo agora. Cada nicho pode ter sua audiência, e na casa dos milhões. É o tal poder do consumidor que tanto alardeamos atualmente.

Quem precisa de um marketing milionário, quando se tem o MySpace com 61 milhões de usuários ávidos por novidades? Está aí o Arctic Monkeys que não nos deixa mentir. E é apenas um exemplo de sucesso construído na internet e, o melhor, quebrou as barreiras do mundo online e ganhou as ruas. Shows lotados, mídia cobrindo em massa e o disco de estréia mais vendido do Reino Unido.

Quem precisa ir numa loja comprar discos, quando se tem opções ilimitadas na Amazon? É tanto questão de estoque, de espaço físico que o mundo real não dispõe, quanto de mudança de hábitos. O consumidor perdeu o gosto pelo mainstream, ele quer explorar e descobrir coisas novas. É o fim da cultura comum.

Esse blog (e tantos outros), por exemplo, é um produto da Long Tail. Frente a tantos veículos profissionais sobre publicidade, conquistou uma audiência específica. Vídeos produzidos pelas pessoas, que viralizam e tornam-se um fenômeno, estão na Long Tail. Um filme obscuro redescoberto na internet e que de repente volta a ser comentado, é Long Tail. Resumindo: aquilo que você produz, amadoristicamente, pode ter sua própria audiência. Aquilo que estava esquecido, pode ganhar vida nova.

Periodicamente surgem novas idéias e empresas, que preenchem um espaço e conquistam um público específico. Há poucos anos atrás, corporações como Amazon, Google, eBay, NetFlix, iTunes, Google, Yahoo!, MySpace, YouTube, simplesmente não existiam, e hoje tornaram-se necessidade básica para muitas pessoas.

E qual o sentido de tudo isso? Que existe um mercado imenso inexplorado esperando por nossas idéias. Talvez levem décadas para a indústria do entretenimento se tocar disso, mas nós que vivemos o mundo online não podemos desperdiçar.

Anderson destaca que os blockbusters, os grandes hits, vão continuar existindo, mas que agora tem que obrigatoriamente disputar espaço com os pequenos, concorrem com quem vem de baixo. Não é mais a MTV, as rádios e Hollywood que vão definir que faz sucesso. Você vai.

Os blockbusters sempre existirão, pois essa miríade de opções não representa necessariamente uma fragmentação cultural. É uma questão social, todo mundo quer ver o que todo mundo está vendo, queremos saber do que todos estão falando. Pois mais do que um filme, as grandes produções são um evento midíatico. Alguém falou em "O Código da Vinci?

Só que a cada "O Código da Vinci", temos 50 outros filmes menos populares e, certamente, muito melhores. A medida que construir um hit demanda cada vez mais dinheiro, mais artistas surgem catapultados pela internet e pelas facilidades de distribuição proporcionadas pela tecnologia.

Em um mundo real onde a seleção natural do mercado faz com que produtos populares tirem espaço na prateleira de produtos pouco vendidos, um mundo onde a indústria do entretenimento define o que você deve ver e ouvir, observar o desenvolvimento da Long Tail é confortante. Dizer onde isso vai parar, pode ser mero exercício de futurologia, mas que temos muito a pensar, isso eu não tenho dúvidas.

terça-feira, julho 11, 2006